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sábado, 15 de janeiro de 2022

"TRÊS HUMILDES REIS CHEGARAM"


 

"TRÊS HUMILDES REIS CHEGARAM"


Guiados pela estrela mor
"Três humildes Reis chegaram"
À cabana do Senhor
Em Belém e o adoraram.

"Três humildes Reis chegaram"
À manjedoura e Jesus
Co' muito amor presentearam
Agradecendo a sua luz.

"Três humildes Reis chegaram"
P'ra ver e ouvir o Senhor;
Os Magos, que capricharam:
Baltazar, Gaspar, Melchior.

"Três humildes Reis chegaram"
Co' incenso prá divindade;
Ouro ao reino que louvaram
E mirra prá humanidade.

"Três humildes Reis chegaram"
P'ra celebrar o Natal,
A paz e a alegria espalharam
Com o mérito universal.

© Ró Mar | 01/2022

Mote de Liliana Josué: "Três humildes Reis chegaram"

COROA DOS REIS


Autores: Ró Mar e RAADOMINGOS




COROA DOS REIS


O Dia dos Reis


"Havia luz vinda da gruta de Belém",
Que se fazia sentir em todo o universo,
Hora de agradecer a dádiva do além
E de adorar a manjedoura (berço).

O filho de José e Virgem Maria
Tinha nascido, o mundo parecia salvo,
As famílias reuniam com alegria
E o dia nítido dissipava o fuscalvo;

A paz reinava incutindo mudança
Nas populações, todos e mais alguém
Unidos num elo frutífero, esperança;

 A prova de que todos são iguais provém
Do amor de Cristo, qu' inspirava confiança;
"Havia luz vinda da gruta de Belém."

© Ró Mar 

*

"Havia luz vinda da gruta de Belém"
Iluminando os trilhos da escuridão;
Crentes, que o caminho os levava além,
Não temem os ímpios de coração;

Juntinho à sua mãe e ao pai terreno
Observam três Magos, o grande brilho
Sublime espelhado no rosto nazareno,
Admiração sentem de Jesus filho!

Que guiados os presentes lhe trouxeram,
Menores diante do brilho que o Rei tem
Na devoção, assim o comprovaram!

Pois, quando chegaram a Jerusalém
Nem duvidaram, sempre o souberam;
"Havia luz vinda da gruta de Belém."

© RAADOMINGOS

 *

"Havia luz vinda da gruta de Belém"
Suficiente p'ra salvar a humanidade
S' os homens praticassem sempre o bem,
Clima de paz franqueando felicidade.

Era a festa da vida feita de amor
E 'sperança num dia seis de Janeiro
Honrando os Reis: Gaspar, Baltasar e Melchior
 (Simbólicos); louvor ao 'Verdadeiro'.

Os Magos, que guiados p'la Estrela Mor
Chegavam ao Menino nascido em Belém
E o presenteavam com o devido valor;

Era mirra, incenso e ouro, que provém
Da humildade de gente sábia  e com amor,
"Havia luz vinda da gruta de Belém".

© Ró Mar 

*

"Havia luz vinda da gruta de Belém",
Era Natal, faziam por celebrar
Messias e o Dia dos Reis como convém,
Cantavam as Janeiras par 'agraciar.

Dia de comer cinco grãos de romã
"Em louvor dos Santos Reis" pedindo
Desejos e guardar a coroa da romã
Co' uma moeda p'ra ver o ano luzindo;

Saborear o afamado bolo-Rei ou Rainha
E agradecer a Deus p'lo ano que vem
Brindando com Porto de nobre vinha.

A alegria é o melhor p'ra dar a alguém!
O povo reunia à volta da estrelinha,
"Havia luz vinda da gruta de Belém"!

© Ró Mar  

*

Sonetos do Universo | 2022

segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

O SILÊNCIO DA LAPINHA




O SILÊNCIO DA LAPINHA 


Um dia, após o nascimento do Salvador,
Caiu sobre a Lapinha um silêncio e um temor.

José sonhou que o mais tirano dos tiranos
Mataria as crianças menores de dois anos.

Espalharam o boato em toda a redondeza
Que viria o Herodes co´ a sua malvadeza.

Secaram as palavras nos progenitores
E o mesmo aconteceu na alma dos pastores.

Apenas um rugir dos carentes animais
E lá fora, na noite, o uivo dos chacais.

Houve troca de olhares em almas sem rebuços
Deixando revelar somente alguns soluços.

- “Que faremos sem paz, sem água e alimento?”
Segredaram os dois bloqueados em sofrimento.

- “Vamos fazer as trouxas, vamo-nos salvar
E partir muito antes de a aurora raiar”.

- “Temos cá um jumento e uma velha carroça
E venceremos a distância que é bem grossa".

E foi assim que se salvou, sem mais quezília,
Aquela que Deus fez como Sagrada Família.

Desta forma em silêncio foi José, aflito,
Levar Maria e o Menino até ao Egipto.

E por toda a Judeia o que é que aconteceu?
Chispou a fúria do Tirano debaixo do céu:

Milhares de criancinhas quebraram o silêncio
Bradando aos quatro ventos o seu grito imenso.

O silêncio salvou, o silêncio matou
E a Tirania, essa, aos poucos soçobrou.

Mas tudo o que é silêncio ademais denuncia
Que a distância entre o Mal e o Bem é fantasia…

O silêncio de agora é, porém, mais profundo
Pois que o Mal, em si mesmo, é que reina no mundo.

E não há uma palavra apenas que o trave
Neste mar de procela cada vez mais grave.

O ruído do mundo, volteando em Babel,
Assumira na Lapinha um silêncio de fel…

O silêncio eficaz que sempre se alcança,
Resulta duma fé, resulta duma esperança.

A luz desta Lapinha irradiou, num só verso,
O salvífico sonho de todo o Universo!

© Frassino Machado
In ODISSEIA DA ALMA
 

quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

A ESTRELA



  

A ESTRELA

 
A noite dos tempos desceu depressa
e tomou conta da linha do horizonte
cobriu mares, desertos e cada monte
escureceu fronteiras e toda travessa.

Uma estrela brilhou como promessa
com sua luz em forma de uma fonte
ligando o Céu e a Terra feito ponte
- e tinha a linda mensagem expressa.

Ela nos dizia - além de qualquer teoria -
que a partir dali haveria mais Harmonia
e nada mais (jamais) seria algo em vão!

Que uma doce criança estava a caminho
e nunca mais o ser humano seria sozinho
pois, um dia, Ela multiplicaria amor e pão.

© Silvia Regina Costa Lima

PASSOS DE LUZ




PASSOS DE LUZ


Vem caminhando em passos de luz
Aproximando-se a Festa Maior
Espera o mundo a vinda de Jesus
Já se ouvem cânticos em dó maior...

Lembra-se o presépio em tempos de outrora,
Em passos gigantes, em pés de cambraia
Pisando as estrelas no meio da aurora,
Os passos de luz vêm pela praia...

Cruzam-se as famílias em tom de festejo
O Deus Menino nasce com desejo
Há prendas, oferendas, assim, tão presentes!

Os passos de luz, iluminam janelas
Piscam as luzes como sentinelas!
Nas ruas e ruelas já intermitentes...

© Maria Graciete Felizardo | 12/2021

Chove. É dia de Natal.




Chove. É dia de Natal.


Chove. É dia de Natal.
Lá para o Norte é melhor:
Há a neve que faz mal.
E o frio que ainda é pior.

E toda a gente é contente
Porque é dia de o ficar.
Chove no Natal presente.
Antes isso que nevar.

Pois apesar de ser esse
O Natal da convenção,
Quando o corpo me arrefece
Tenho o frio e Natal não.

Deixo sentir a quem quadra
E o Natal a quem o fez,
Pois se escrevo ainda outra quadra
Fico gelado dos pés.

© Fernando Pessoa

PRESÉPIO - DE - DOR




PRESÉPIO - DE - DOR 


No mundo cego de engano
O choro de Deus-criança
Em seu Natal franciscano,
Traz a beleza da paz
E a vida eterna a quem jaz
Sem uma luz de esperança!

Mote: Miguel Cadavadas

*
 
Com esta triste cegueira
Sofre a Criança-de-Deus
Co´ a cabeça numa esteira,
Nunca dá sossego ao sono
Pois vive só e sem dono
Sob o rebrilho dos Céus!

É esta Criança, Senhor,
Não tem comida nem luz
Neste Presépio-de-dor,
Sem sonhos e sem destino
E gémea de Deus-Menino
Qu´ em manjedoira reluz!

Triste Lapinha, animais
Ao calor dum bafo magia
Nos mais íntimos sinais,
Presépio de Gréccio sentido
Por Il Poverelo vivido
Singela e alegre harmonia!

Sem uma luz de esperança
Neste horizonte sem fim
Que mundo há, que confiança
Num clarão de madrugada
Passos vazios na estrada
Criança, qual flor de jardim?

© Frassino Machado
In JANELAS DA ALMA
 

quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

FELIZ NATAL




FELIZ NATAL


Desejamos a todos Bom Natal
E também um Bom Ano que ora chega,
Mensagens que o Destino se encarrega,
De torcer pra o Bem ou para o Mal…

Se bem que nos desejos se delega,
Uma intenção sincera e fraternal,
Com um sentido abraço universal,
Onde o puro de nós se faz entrega!

Faz-nos bem esta paz feita desejos,
Esta troca de abraços e de beijos,
Este intenso vibrar tradicional!

Porém a pandemia é uma lança,
Que sobre todos nós paira e avança,
Quebrando o nosso afecto emocional!...

© J. M. Cabrita Neves | 2021

COISAS SIMPLES




COISAS


Na frescura de um beijo
em face onde o rubor
gravou na alma ensejo
de paz; felicidade; amor!

E na porta da entrada
aquele abraço apertado,
deixou na alma gravada
a calor mais desejado.

Não porque seja Natal,
uma noite com a magia
do aconchego familiar.

Talvez, o poder recordar,
do quão grande é a alegria
das coisas simples, afinal...

© António Fernandes | 2021

segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

CORAÇÃO DE NATAL




CORAÇÃO DE NATAL 


Há um Natal dentro de mim
Numa música de emoção
Tem um aroma de alecrim
E a forma de um coração.

Este mundo é uma floresta
Muitas plantas, pouco jardim,
Todo eu me exulto em festa,
Há um Natal dentro de mim.

Cantam as aves em harmonia,
Cantam os anjos uma canção,
Em meu redor só há alegria
Numa música de emoção.

Há misérias no horizonte,
Há ruídos e banal chinfrim,
E este Natal na minha fronte
Tem um aroma de alecrim.

Há muitos natais à porfia
Com fantasias de ilusão
O meu, porém, só tem magia
E a forma de um Coração.

O meu Coração de Natal
Tem raízes em todo o mundo
É um Coração de cristal
Regado de amor profundo.

Está deitado na manjedoura
Nas palhinhas de Nazaré
Descansa lá a toda a hora
Aos pés de Maria e José.

Dorme meu Coração dourado
Na simples gruta de Belém
Ao som de um canto sagrado,
Pra minha harmonia e meu Bem.

Não é um Coração qualquer
Mas é um coração Divino,
Nascido de Maria mulher
Na condição de um Deus Menino.

Não sou Monge, vivo acordado
Numa paixão da Liberdade,
Há sempre um Natal encantado
Em cada hora e em cada idade!

© Frassino Machado
In ODISSEIA DA ALMA
 

O PRESÉPIO ILUMINADO




O PRESÉPIO ILUMINADO


O presépio iluminado
Tem o musgo esverdeado
Tapizando a manjedoura
Onde se coloca o amado
Menino em palha loura;

José, o anjo imaculado,
Maria e o burro a seu lado,
A vaquinha, a espalhadoura,
Simples Natal e adorado
Por todos, os bens de lavoura.

O estábulo estrelado
Na noite fria, aconchegado
Pela estrela de Belém,
Anuncia o recém chegado,
Vem salvar o que convém;

Celebra-se tão reinado
Humilde e super dotado
De esperança, que advém
Dum espírito louvado;
Construiu-se o maior bem;

O presépio iluminado
Tem vida e arte; elaborado
Por mãos de sentimento,
Que dão ao Natal agrado,
Coração e acolhimento.

© Ró Mar | 2021

domingo, 19 de dezembro de 2021

A GUIRLANDA DE NATAL


Ilustração: Desenhos Gelados da Vanessinha


A GUIRLANDA
DE NATAL


Como já é uma tradição as guirlandas colocadas nas porta dão as boas vindas ao Natal, sempre escolhendo elementos, que fazem parte dessa época e são representados com muita criatividade e talento.

© Noeli de Carvalho

sábado, 18 de dezembro de 2021

"LUZ NO FUNDO DO TÚNEL"!




"LUZ NO FUNDO DO TÚNEL"!


Faltam poucos dias para o dia de Natal
E nós cansados de os contar e de esperar
Pela "Estrela"! Não há meio de acabar
A lenga-lenga: "Luz no fundo do túnel"!

P'ra muitos o mais certo é não haver Natal
Porque o bom viver não se dá pra todos,
Apesar de Cristo ser o pai de todos,
Muitos são os que não sentem o Natal!

Muitos são os que ficam sem Natal
Porque os homens não sabem dividir,
Aprenderam a produzir sem construir
O bem-estar de todos, o que é normal!

Por todo o mundo há alegria e tristeza
E o que se queria era mais riqueza
Humana para contrabalançar
Os sentimentos e poder-se confiar!

Este ano não é muito diferente, o Natal,
Dos outros, é um dia triste porque é pobre,
Pois, ainda há quem não saiba ser nobre
E comtemplar o vero espirito de Natal!

É um dia triste, o mundo está a desabar,
Não é normal e não tem como ficar
Diferente, falta a vontade de adorar
Jesus, que está cansado de os ensinar!

E nós de não ver "Luz no fundo do túnel"!

© Ró Mar | 18/12/2021

sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

VIRGEM MARIA



 

VIRGEM MARIA


Aquilo que tinha doou;
Coisa alguma foi encenado.
Tudo foi por Graça dado,
O que a vida lhe ofertou!
Se Deus quis e lho enviou,
Lá o fez sua maneira
E pela voz mensageira,
Do Anjo da Anunciação;
Soube ser sua intenção
Ser a escolhida, primeira!

© RAADOMINGOS | 2021

domingo, 12 de dezembro de 2021

QUE BOM SERIA!



© Lúcia Ribeiro

"TROVAS À IMACULADA CONCEIÇÃO"




MÃE-NATAL 
“Trovas à Imaculada Conceição”


Onde estaria este Natal
Se não houvesse Mãe-Natal?
Se não houvesse Mãe-Natal
Nunca mais seria Natal!

Mãe-Natal predestinada
Mãe Conceição abençoada
Mãe de Deus Imaculada
Bendita a hora marcada.

Mãe-Natal, Cristo nasceu
Suma Glória em terra e Céu
A vaidade o Demo perdeu
Deus pobre à Terra desceu.

Mãe-Natal, Senhora do Sim,
Meu aroma e meu jardim
És branca Flor de jasmim
Neste manjar de festim.

Mãe-Natal e Mãe da graça
Sem temor e sem ameaça
Esmagaste toda a devassa
Sem permitir a mordaça.

Mãe-Natal e Mãe bonança
Revestida de esperança
Geraste a bela Criança
Na mais divinal Aliança.

Mãe-Natal e Mãe verdade
És sorriso e Identidade,
Minha ternura e qualidade
Numa alma de liberdade.

Mãe-Natal e Mãe da vida
Gruta de Belém renascida
Teu Filho é Luz repartida
E Salvação garantida!

Mãe-Natal e Mãe encanto
Maternidade de espanto
Mundo melhor e mais santo
Avé Maria, meu canto.

Mãe-Natal, Mãe boa hora
Dos infelizes, protetora,
Dos Milagres ganhadora
E Mãe da Paz vencedora.

Mãe-Natal, Mãe alegria
Mãe da festa e da harmonia
Da oração de cada dia
Meu louvor, doce magia.

Mãe-Natal, Mãe singela
Entre todas a mais Bela,
Tu és minha sentinela
Meu farol e minha estrela.

Mãe-Natal e Mensageira
Lenitivo da canseira
Vara da minha videira
De Portugal padroeira.

Onde estaria este Natal
Se não houvesse Mãe-Natal?
Se não houvesse Mãe-Natal
Nunca mais seria Natal!

Frassino Machado
In Os Filhos da Esperança

quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

NATAL




Natal


A um canto, em cada casa,
a árvore, o presépio, as prendas.
No outro. Na lareira acesa;
a chama de todas as oferendas.

Umas são as materiais
para lembrar a ocasião.
Outras são as imateriais,
valem no gesto, na intenção.

Valem todos os momentos
de uma estrela companheira
nos horizontes de cada um.

Mesmo os de efeito nenhum
na sua forma primeira
transformada em sentimentos.

© António Fernandes | 12/2021

"NESTA ÉPOCA DE ALEGRIA"




"NESTA ÉPOCA DE ALEGRIA"


"Nesta época de alegria"
Onde deveria reinar
Paz, amor e poesia
Devíamos fazer magia!

É tempo de celebrar
O Natal com harmonia
Fazer por o adorar
"Nesta época de alegria."

"Nesta época de alegria"
Replicam todos os sinos
À hora exata, cortesia
Do céu pelos meninos!

"Nesta época de alegria"
Cantam vozes afinadas
O universo da poesia
Pelas doze badaladas.

Nasceu o menino Jesus
Numa noite muito fria
Em Belém, que se fez luz
"Nesta época de alegria."

A Santa Virgem Maria
Nas palhinhas o deitou,
"Nesta época de alegria"
A trindade se abençoou.

No estábulo, o burrinho,
A vaca, José, Maria,
Pastores, o carinho
"Nesta época de alegria."

Vem de Belém a brilhar
Pelo céu a estrela-guia,
O elo p'ra caminhar
"Nesta época de alegria."

Nasceu o Deus Menino
Tempo de amor, poesia,
Música de tom fino
"Nesta época de alegria."

© Ró Mar | 12/2021

ADORAÇÃO AO MENINO




ADORAÇÃO AO MENINO


Sabendo que já nascera;
Os três Reis Magos porém,
Na Palestina em Belém;
Interrogaram onde era!
Aos quais lhes respondera
Herodes espertalhão,
Se o souberdes mo dirão?
Precederam uma estrela
Esplendorosa e amarela
Chegaram à direção!

© RAADOMINGOS | 12/2021

quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

INVERNO VIVO




INVERNO VIVO


Faz agora muito frio
São dias curtos escuros
Um clima de arrepio
O céu está azul escuro!

Uma palavra uma frase
Torna-se menos sombrio
Uma imagem de futuro...
É o inverno algarvio.

Dá para ler um livro
No aconchego do lar
Vem o Natal em calafrio
Que nos convida a rezar!

Um dia de sol, que alegria!
Aquece o mais desprotegido
Mas lá vem outro, que avaria!
O frio volta... é atrevido!

O inverno estação fria
Desce a temperatura
É a noite que esfria
E exige cobertura...

Gorro, abafo e luva,
Eis o inverno a chegar
Abre-se o guarda-chuva,
É o Natal a espreitar...

© Maria Graciete Felizardo | 12/2021